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Master Imóveis

27fev/120

Imóvel na planta é boa alternativa de investimento?

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Comprar um imóvel na planta, com objetivo de ganhar com a valorização do bem, é visto por muitas pessoas como uma alternativa interessante. Mas será que adquirir um bem ainda no papel é mesmo a melhor opção para quem pretende entrar neste mercado?
Na opinião do CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, os imóveis na planta podem, sim, ser uma boa alternativa. “Um imóvel na planta tende a valorizar de 30% a 70%”, afirma. Entretanto, ele lembra que algumas características são fundamentais para que o bem traga o retorno financeiro esperado. “O empreendimento precisa estar bem localizado e ter projeto arquitetônico moderno e atualizado. Itens como vagas de estacionamento podem ajudar na valorização”, diz.

 
Uma das vantagens de comprar imóveis na planta, segundo ele, são as boas opções de financiamento. “Mas o investidor tem que analisar se tem fôlego para aguentar as parcelas”, alerta. De acordo com Frankel, também é preciso que a incorporadora e a construtora entreguem o empreendimento com qualidade e no tempo prometido. “O investidor deve saber se a incorporadora e construtora são sólidas, com reputação de quem entrega o empreendimento no prazo e com bom acabamento, para garantir um bom negócio”, ressalta.
Na opinião do coordenador do curso de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Júnior, a compra de imóveis residenciais - com objetivo de vender mais caro depois – não é um investimento em “real estate” (bens imóveis). “Este tipo de compra é especulação”, afirma. Segundo ele, o investimento sólido em imóveis deve ser feito por meio da aquisição de imóveis comerciais, com objetivo de obter renda por meio do recebimento de aluguéis.

 
Quem adquire um imóvel comercial na planta está exposto a dois riscos principais: o primeiro é o ciclo vazio. “Você pode ficar até 3 anos sem ter nenhuma renda, pelo fato do imóvel ainda não estar alugado”, afirma o professor.
Outro ponto importante é que, ao comprar um imóvel na planta hoje, o investidor precisa lembrar que o retorno começará daqui a alguns anos, quando a economia e o mercado podem estar muito diferentes. “Você precisa fazer uma projeção para o cenário daqui a 3 anos, quando você não conhece como estará e economia e a disputa de mercado”, afirma o professor.

 
Fonte:InfoMoney

22fev/120

As 20 perguntas mais importantes antes de fechar a compra de um imóvel na planta

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Se você está a procura de um imóvel para comprar, fique atento. Para se fazer um bom negócio é importante verificar alguns detalhes. Confira abaixo as 20 perguntas mais importantes antes de fechar a compra de um imóvel.

Perguntas sobre a construtora ou imobiliária responsável pela venda do imóvel que você irá comprar

1. De que empresa estou comprando o imóvel e qual a sua história? O que ela empreendeu até agora? O que está empreendendo?
2. Qual é a Imobiliária que está Intermediando a operação Imobiliária?
3. Ela é credenciada ao Creci?
4. Ela está autorizada pelo proprietário a oferecer o imóvel em negociação?
5. Como é detalhadamente o imóvel ( sala, loja, apartamento ou garagem ) e/ou a garagem que estou comprando?
6. Qual o prazo de início das obras e qual a previsão de entrega do imóvel?

 
Perguntas Jurídicas para a compra de imóveis na planta
1. Qual é a situação jurídica do terreno?
2. Qual é a situação jurídica do empreendimento?
3. O projeto está aprovado pela Prefeitura local e registrado no Registro de Imóveis?
4. O empreendimento é a “preço de custo” ou a “preço fechado”?

 
Perguntas Jurídicas para a compra de imóveis
1. Existe financiamento de algum Agente Financeiro? Em qual entidade financeira?
2. A garagem é coberta ou não? É uma unidade autônoma ou apenas está vinculada à unidade autônoma do edifício?
3. Qual é a área privativa, a área comum e a total do imóvel segundo a norma brasileira (NBR-12721/92)?

 
Perguntas relacionadas às Condições de pagamento do imóvel
1. Como é a forma de pagamento de todo o negócio?
2. Quais os equipamentos condominiais que serão entregues?
3. Há uma estimativa da taxa do condomínio? Qual seria ?
4. Existe desconto para compra à vista do imóvel? E para o pagamento antecipado de prestações?
5. Qual o percentual de reajuste do negócio? No caso de financiamento direto pelo vendedor, qual o índice utilizado?
6. Qual é a incidência diária de sol no imóvel que estou comprando?
7. Se houver financiamento de Agente Financeiro do SFH ou SBPE, qual a renda e quais os documentos necessários para a sua obtenção?

 
Fonte: Mundial Imóveis

 

15fev/120

Banco do Brasil é agente financiador do programa

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Mesmo com as especulações dos especialistas, relativas a uma possível baixa do mercado imobiliário em 2012, o sonho do brasileiro continua sendo o de sair do aluguel e comprar a casa própria.
Para facilitar a realização desse sonho, o governo federal criou ainda em 2009, o programa de crédito imobiliário, ‘Minha Casa, Minha Vida’. Vinculado a Caixa Econômica, o programa agora também está sendo ofertado pelo Banco do Brasil. Desde janeiro de 2012, a instituição está atuando no faixa 1, que atende aqueles que tem a renda familiar de até R$1600,00.

 
Processo
Para os trabalhadores que já são correntistas do banco, o processo é simples. O cliente interessado no financiamento deve procurar um correspondente bancário, que fará uma análise de crédito. Após a aprovação da análise, com as informações em mãos, o cliente deve providenciar a documentação exigida pelo programa Minha Casa, Minha Vida para dar início ao processo de financiamento. No caso dos não-correntistas, os interessados no empréstimo, precisam abrir uma conta no Banco do Brasil, mas isso só acontece após a aprovação do crédito.
De acordo com o gerente, trabalhadores que se encaixam na faixa 1, podem conseguir subsídios no valor de R$43 a R$65 mil por imóvel. “Não existe valor de renda mínima estipulado para os interessados no crédito imobiliário. Já o valor mínimo a ser pago de parcela mensal é de R$50", informa.

Expectativas
Para este ano, as expectativas são animadoras. Segundo o gerente, por conta de um acordo trilateral firmado entre o Banco do Brasil, Caixa Econômica e Governo Federal, a meta para 2012 é financiar até 20% do recurso disponível pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Fonte: Primeira Página

7fev/120

Financiamento: pouca informação faz seguro habitacional não ser utilizado

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A falta de informação adequada sobre o seguro habitacional de imóvel financiado faz com que poucos donos utilizem a apólice, segundo análise da advogada do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, Francisca Ferreira.
De acordo com ela, muitas pessoas que financiam imóveis não sabem que têm direito ao seguro habitacional, cuja adesão é obrigatória logo que a pessoa inicia o financiamento imobiliário.

Direitos

Ainda conforme a advogada, o seguro habitacional pago durante o período em que o imóvel for financiado pode ser acionado caso ocorram, por exemplo, infiltrações, rachaduras, entre outros problemas estruturais, que, por falta de conhecimento, acabam sendo resolvidos às vezes de maneira inadequada, pelo próprio dono do imóvel.  “O seguro habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco, caso vá para leilão”, explica Francisca.

No caso de problemas com a seguradora, o dono do imóvel pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe são de direito, além de poder pleitear indenização por danos morais e materiais.

Fonte: InfoMoney

1fev/120

Brasileiros acreditam que preços de imóveis devem desacelerar em 2012

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Depois de três anos de valorização, os brasileiros acreditam que o preço dos imóveis já atingiram um patamar elevado e devem começar a desacelerar em 2012. De acordo com enquete do portal InfoMoney, 29% dos leitores acreditam que a probabilidade dos valores de imóveis residenciais desacelerarem este ano é de 100%.

Por outro lado, 15% dos respondentes têm opinião diferente e ainda não enxergam espaço para uma estabilização. Segundo eles, as chances do preço desses imóveis desacelerar em 2012 é nula (0%). Já 11% responderam que as chances são de 50%, conforme a tabela a seguir:

Qual a probabilidade de os valores dos imóveis residenciais desacelerarem em 2012

Probabilidade

%

                 0%                               15%
                 10%                               6%
                 20%                               6%
                 30%                               6%
                 40%                               4%
                 50%                               11%
                 60%                               4%
                 70%                               7%
                 80%                               7%
                 90%                               5%
                100%                               29%
 

Enquete InfoMoney realizada com 3.203 usuários. O resultado não tem valor de amostragem científica.

Para o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, a tendência é que realmente haja uma estabilização de preços e, em determinadas regiões, até mesmo uma redução dos valores praticados.

“O mercado é cíclico mesmo, não é possível sustentar seguidas altas por muito tempo”, comenta. Já tenho notado desde o ano passado esta tendência e eventualmente há a possibilidade até de que caia o preço, o que já tem acontecido em algumas regiões”, continua o especialista.

Com base na própria experiência no ramo imobiliário, Calado diz que tem notado uma diminuição na demanda por conta dos anúncios de jornal. “Há algum tempo víamos muito mais anúncios das incorporadoras sobre lançamentos de imóveis residenciais. Agora percebo que há bem menos propagandas desse tipo”, aponta.

Mesmo que a tendência geral do preço dos imóveis seja de estabilidade, ele lembra que sempre existem oportunidades para quem pretende investir e que ainda é possível ganhar dinheiro com este tipo de negócio, apesar de estar mais difícil.

“Sempre vai ter uma oportunidade, uma chance de valorização em uma região inóspita. A Cracolândia (*) pode ser um exemplo. Se a região for realmente revitalizada, os imóveis podem se valorizar bastante. Mas o risco de comprar ali também é bastante alto, já que o local pode continuar do mesmo jeito ou até mesmo piorar”, conclui Calado.

* Local da região central de São Paulo conhecido como ponto de consumo e venda de drogas. O Governo e a prefeitura de São Paulo promovem ação na região (que envolve patrulhamento ostensivo da Polícia Militar), com objetivo de retirar os usuários do local.

Fonte: InfoMoney

 


 

   

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