As melhores opções para investir em imóveis

Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.
“Um imóvel bem comprado pode trazer para o seu investidor excelentes resultados. Além da valorização patrimonial do bem, ainda tem a possibilidade de retorno com a locação”, explica José De Fillipo, diretor da D-Fillipo Netimóveis.
Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir? Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.
Imóvel na planta
Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.
Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.
Terrenos
Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo". Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.
Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.
Fonte: Exame
País ocupa 2º lugar em ranking de valorização

O Brasil encerrou o ano passado com a segunda maior valorização de imóveis no mundo. Com um aumento real de 19,79% nos preços das casas em 2011, o país ficou atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis realizado pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo.

O ranking, que incluiu 35 países, mostra que o mercado imobiliário no Brasil e na Índia, com uma alta de 25,26%, vai na contramão do que está acontecendo nos demais países ao redor do mundo.
Descontando a inflação da variação de preços, 22 dos 35 países pesquisados apresentaram desvalorização dos imóveis residenciais, resultado do fraco crescimento econômico mundial.
A Irlanda tem o pior desempenho, com uma queda de 18,08% no valor das casas no ano passado, de acordo com o levantamento. Os Estados Unidos registraram um declínio de 5,54% e ocupam a 24 a posição no ranking mundial elaborado pelo site.
Fonte: Do Metro SP
Imóvel na planta é boa alternativa de investimento?

Comprar um imóvel na planta, com objetivo de ganhar com a valorização do bem, é visto por muitas pessoas como uma alternativa interessante. Mas será que adquirir um bem ainda no papel é mesmo a melhor opção para quem pretende entrar neste mercado?
Na opinião do CEO da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, os imóveis na planta podem, sim, ser uma boa alternativa. “Um imóvel na planta tende a valorizar de 30% a 70%”, afirma. Entretanto, ele lembra que algumas características são fundamentais para que o bem traga o retorno financeiro esperado. “O empreendimento precisa estar bem localizado e ter projeto arquitetônico moderno e atualizado. Itens como vagas de estacionamento podem ajudar na valorização”, diz.
Uma das vantagens de comprar imóveis na planta, segundo ele, são as boas opções de financiamento. “Mas o investidor tem que analisar se tem fôlego para aguentar as parcelas”, alerta. De acordo com Frankel, também é preciso que a incorporadora e a construtora entreguem o empreendimento com qualidade e no tempo prometido. “O investidor deve saber se a incorporadora e construtora são sólidas, com reputação de quem entrega o empreendimento no prazo e com bom acabamento, para garantir um bom negócio”, ressalta.
Na opinião do coordenador do curso de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Júnior, a compra de imóveis residenciais - com objetivo de vender mais caro depois – não é um investimento em “real estate” (bens imóveis). “Este tipo de compra é especulação”, afirma. Segundo ele, o investimento sólido em imóveis deve ser feito por meio da aquisição de imóveis comerciais, com objetivo de obter renda por meio do recebimento de aluguéis.
Quem adquire um imóvel comercial na planta está exposto a dois riscos principais: o primeiro é o ciclo vazio. “Você pode ficar até 3 anos sem ter nenhuma renda, pelo fato do imóvel ainda não estar alugado”, afirma o professor.
Outro ponto importante é que, ao comprar um imóvel na planta hoje, o investidor precisa lembrar que o retorno começará daqui a alguns anos, quando a economia e o mercado podem estar muito diferentes. “Você precisa fazer uma projeção para o cenário daqui a 3 anos, quando você não conhece como estará e economia e a disputa de mercado”, afirma o professor.
Fonte:InfoMoney
As 20 perguntas mais importantes antes de fechar a compra de um imóvel na planta

Se você está a procura de um imóvel para comprar, fique atento. Para se fazer um bom negócio é importante verificar alguns detalhes. Confira abaixo as 20 perguntas mais importantes antes de fechar a compra de um imóvel.
Perguntas sobre a construtora ou imobiliária responsável pela venda do imóvel que você irá comprar
1. De que empresa estou comprando o imóvel e qual a sua história? O que ela empreendeu até agora? O que está empreendendo?
2. Qual é a Imobiliária que está Intermediando a operação Imobiliária?
3. Ela é credenciada ao Creci?
4. Ela está autorizada pelo proprietário a oferecer o imóvel em negociação?
5. Como é detalhadamente o imóvel ( sala, loja, apartamento ou garagem ) e/ou a garagem que estou comprando?
6. Qual o prazo de início das obras e qual a previsão de entrega do imóvel?
Perguntas Jurídicas para a compra de imóveis na planta
1. Qual é a situação jurídica do terreno?
2. Qual é a situação jurídica do empreendimento?
3. O projeto está aprovado pela Prefeitura local e registrado no Registro de Imóveis?
4. O empreendimento é a “preço de custo” ou a “preço fechado”?
Perguntas Jurídicas para a compra de imóveis
1. Existe financiamento de algum Agente Financeiro? Em qual entidade financeira?
2. A garagem é coberta ou não? É uma unidade autônoma ou apenas está vinculada à unidade autônoma do edifício?
3. Qual é a área privativa, a área comum e a total do imóvel segundo a norma brasileira (NBR-12721/92)?
Perguntas relacionadas às Condições de pagamento do imóvel
1. Como é a forma de pagamento de todo o negócio?
2. Quais os equipamentos condominiais que serão entregues?
3. Há uma estimativa da taxa do condomínio? Qual seria ?
4. Existe desconto para compra à vista do imóvel? E para o pagamento antecipado de prestações?
5. Qual o percentual de reajuste do negócio? No caso de financiamento direto pelo vendedor, qual o índice utilizado?
6. Qual é a incidência diária de sol no imóvel que estou comprando?
7. Se houver financiamento de Agente Financeiro do SFH ou SBPE, qual a renda e quais os documentos necessários para a sua obtenção?
Fonte: Mundial Imóveis
Banco do Brasil é agente financiador do programa

Mesmo com as especulações dos especialistas, relativas a uma possível baixa do mercado imobiliário em 2012, o sonho do brasileiro continua sendo o de sair do aluguel e comprar a casa própria.
Para facilitar a realização desse sonho, o governo federal criou ainda em 2009, o programa de crédito imobiliário, ‘Minha Casa, Minha Vida’. Vinculado a Caixa Econômica, o programa agora também está sendo ofertado pelo Banco do Brasil. Desde janeiro de 2012, a instituição está atuando no faixa 1, que atende aqueles que tem a renda familiar de até R$1600,00.
Processo
Para os trabalhadores que já são correntistas do banco, o processo é simples. O cliente interessado no financiamento deve procurar um correspondente bancário, que fará uma análise de crédito. Após a aprovação da análise, com as informações em mãos, o cliente deve providenciar a documentação exigida pelo programa Minha Casa, Minha Vida para dar início ao processo de financiamento. No caso dos não-correntistas, os interessados no empréstimo, precisam abrir uma conta no Banco do Brasil, mas isso só acontece após a aprovação do crédito.
De acordo com o gerente, trabalhadores que se encaixam na faixa 1, podem conseguir subsídios no valor de R$43 a R$65 mil por imóvel. “Não existe valor de renda mínima estipulado para os interessados no crédito imobiliário. Já o valor mínimo a ser pago de parcela mensal é de R$50", informa.
Expectativas
Para este ano, as expectativas são animadoras. Segundo o gerente, por conta de um acordo trilateral firmado entre o Banco do Brasil, Caixa Econômica e Governo Federal, a meta para 2012 é financiar até 20% do recurso disponível pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
Fonte: Primeira Página
Financiamento: pouca informação faz seguro habitacional não ser utilizado

A falta de informação adequada sobre o seguro habitacional de imóvel financiado faz com que poucos donos utilizem a apólice, segundo análise da advogada do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, Francisca Ferreira.
De acordo com ela, muitas pessoas que financiam imóveis não sabem que têm direito ao seguro habitacional, cuja adesão é obrigatória logo que a pessoa inicia o financiamento imobiliário.
Direitos
Ainda conforme a advogada, o seguro habitacional pago durante o período em que o imóvel for financiado pode ser acionado caso ocorram, por exemplo, infiltrações, rachaduras, entre outros problemas estruturais, que, por falta de conhecimento, acabam sendo resolvidos às vezes de maneira inadequada, pelo próprio dono do imóvel. “O seguro habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco, caso vá para leilão”, explica Francisca.
No caso de problemas com a seguradora, o dono do imóvel pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe são de direito, além de poder pleitear indenização por danos morais e materiais.
Fonte: InfoMoney
Brasileiros acreditam que preços de imóveis devem desacelerar em 2012

Depois de três anos de valorização, os brasileiros acreditam que o preço dos imóveis já atingiram um patamar elevado e devem começar a desacelerar em 2012. De acordo com enquete do portal InfoMoney, 29% dos leitores acreditam que a probabilidade dos valores de imóveis residenciais desacelerarem este ano é de 100%.
Por outro lado, 15% dos respondentes têm opinião diferente e ainda não enxergam espaço para uma estabilização. Segundo eles, as chances do preço desses imóveis desacelerar em 2012 é nula (0%). Já 11% responderam que as chances são de 50%, conforme a tabela a seguir:
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Qual a probabilidade de os valores dos imóveis residenciais desacelerarem em 2012 |
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Probabilidade |
% |
| 0% | 15% |
| 10% | 6% |
| 20% | 6% |
| 30% | 6% |
| 40% | 4% |
| 50% | 11% |
| 60% | 4% |
| 70% | 7% |
| 80% | 7% |
| 90% | 5% |
| 100% | 29% |
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Enquete InfoMoney realizada com 3.203 usuários. O resultado não tem valor de amostragem científica. |
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Para o vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, a tendência é que realmente haja uma estabilização de preços e, em determinadas regiões, até mesmo uma redução dos valores praticados.
“O mercado é cíclico mesmo, não é possível sustentar seguidas altas por muito tempo”, comenta. Já tenho notado desde o ano passado esta tendência e eventualmente há a possibilidade até de que caia o preço, o que já tem acontecido em algumas regiões”, continua o especialista.
Com base na própria experiência no ramo imobiliário, Calado diz que tem notado uma diminuição na demanda por conta dos anúncios de jornal. “Há algum tempo víamos muito mais anúncios das incorporadoras sobre lançamentos de imóveis residenciais. Agora percebo que há bem menos propagandas desse tipo”, aponta.
Mesmo que a tendência geral do preço dos imóveis seja de estabilidade, ele lembra que sempre existem oportunidades para quem pretende investir e que ainda é possível ganhar dinheiro com este tipo de negócio, apesar de estar mais difícil.
“Sempre vai ter uma oportunidade, uma chance de valorização em uma região inóspita. A Cracolândia (*) pode ser um exemplo. Se a região for realmente revitalizada, os imóveis podem se valorizar bastante. Mas o risco de comprar ali também é bastante alto, já que o local pode continuar do mesmo jeito ou até mesmo piorar”, conclui Calado.
* Local da região central de São Paulo conhecido como ponto de consumo e venda de drogas. O Governo e a prefeitura de São Paulo promovem ação na região (que envolve patrulhamento ostensivo da Polícia Militar), com objetivo de retirar os usuários do local.
Fonte: InfoMoney
Dicas para escolher um bom síndico

Condomínio mal administrado não só traz prejuízos diretos a todos os moradores e proprietários, como causa uma grande desvalorização dos imóveis. Por isso, a eleição de um síndico competente e dedicado é muito importante.
De um lado, os moradores dos prédios precisam escolher um candidato e, do outro, os interessados no cargo possuem dúvidas a respeito do que precisam ter ou saber para concorrer à vaga.
O candidato a síndico deve demonstrar que tem conhecimento sobre o condomínio e suas necessidades. Precisa ter tempo e disponibilidade para cumprir as inúmeras funções e para se relacionar com os moradores. Deve ter alguma familiaridade com rotinas de administração geral e boa vontade em aprender, ouvir, servir e conciliar.
Caso o candidato esteja concorrendo à reeleição, os condôminos devem avaliar como foi a gestão anterior, sempre evitando mantê-lo no cargo por conveniência. É preciso levar em conta se o condomínio está em ordem, se o orçamento está adequado, se as decisões que foram tomadas nas assembleias foram cumpridas devidamente e se o candidato tem novas e boas propostas.
Fique atento se o candidato:
- Faz a linha “dono da verdade”;
- É do tipo megalomaníaco e adora gastar;
- É do tipo que não quer gastar nada, nunca;
- Está sempre ausente por que trabalha ou viaja demais.
Por outro lado, o bom síndico deve:
- Ter metas e um cronograma para realizá-las;
- Ser realista e não criar falsas expectativas;
- Conhecer os condôminos sem invadir sua privacidade, pois sua função é administrativa, não de polícia;
- Manter um “checklist” com todas as datas de vencimentos;
- Estar bem assessorado administrativamente (contratar uma boa administradora);
- Saber gerir conflitos.

O síndico profissional
A função surgiu devido à dificuldade cada vez maior entre os condôminos para eleger um síndico, seja pela
falta de candidatos ou por que o candidato não agrada a maioria. O síndico profissional é a pessoa que por seu conhecimento, formação e experiência pode administrar um condomínio como se fosse uma empresa, podendo trazer inúmeros benefícios e vantagens.Esse tipode administrador é uma tendência cada vez mais forte no setor.
Fonte: www.licitamais.com.br
O que o brasileiro procura em um imóvel?

Você já parou para pensar nos motivos que levam as pessoas a comprarem um imóvel? O brasileiro hoje quer muito mais do que um apartamento para morar. Há uma busca pela realização de um sonho.
Um cenário bastante favorável – com o desenvolvimento econômico, estabilidade financeira do país e algumas mudanças na legislação - possibilitou um aumento da oferta de crédito fazendo com que mais pessoas passassem a ter acesso ao financiamento habitacional e dessa forma também pudessem concretizar o desejo da casa própria, inclusive os consumidores das classes C e D.
Esse diversificado painel de clientes está cada vez mais exigente. Por isso, todos os envolvidos no segmento imobiliário devem estar atentos, desde o empresário até o operário da construção. Hoje não basta apenas entregar o empreendimento com uma boa estrutura física. Há uma maior valorização da qualidade de vida, da busca pela saúde e pela ampliação do relacionamento, ou seja, da rede social. Você concorda?
Percebe-se que a dinâmica dos últimos anos é de uma procura cada vez maior por espaços que proporcionem maior interação social e uma vida mais saudável, por exemplo, a preferência por projetos que contem com opções para prática de esportes com itens como piscinas, quadras poliesportivas, pista para caminhada, entre outros.
Além disso, os ambientes que proporcionem um convívio mais qualificado, no qual os moradores possam receber seus amigos e familiares, também têm recebido grande destaque. Assim, espaços como varanda gourmet, salões de festas, churrasqueiras estão entre os quesitos que influenciam bastante na hora da escolha do imóvel. Com esses atrativos os moradores estão até mesmo descobrindo e desenvolvendo novos talentos como o de cozinhar para as pessoas queridas e com isso promover uma boa recepção.
Assim, o que os brasileiros mais procuram são:
- A realização de um sonho;
- Maior qualidade de vida;
- Mais segurança;
- Boa mobilidade urbana.
Fonte: Fórum Imobiliário / Guilherme Machado
Comprar imóvel novo ou usado?

Comprar uma casa ou um apartamento é o projeto de vida da maioria dos brasileiros. Acertar na compra significa realizar um sonho. Contudo, a tarefa é difícil e sempre há muitas dúvidas sobre o que vale ou não a pena. A primeira incerteza começa na hora de optar entre um imóvel novo ou usado, mas acredite: há vantagens e desvantagens nos dois casos.
Confira:
IMÓVEIS NOVOS
Vantagens:
- Projeto e itens de lazer: atualmente, os lançamentos trazem algumas modernidades que valorizam o imóvel, como, por exemplo, área de lazer com piscinas, academia, salão de jogos, lan houses, garagem para mais de um carro. Nos apartamentos há mais tomadas, e todas já são adaptadas aos padrões do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), acesso para ar-condicionado e uma planta mais inteligente, que tende por valorizar cada espaço do imóvel.
Desvantagens:
- Preço: o preço de um imóvel novo chega a ser até 30% mais caro que um usado no mesmo padrão e é difícil negociar com o proprietário ou construtora. “Normalmente, os corretores trabalham com preço fechado de tabela”, diz a especialista em direito imobiliário Renata Capuzzo.
- Tamanho: apesar de melhor aproveitadas, as plantas de um imóvel novo costumam ser menores que a de um imóvel usado. “Enquanto um apartamento de três dormitórios em um edifício com mais de 15 anos tem aproximadamente 120m², os novos medem, em média,80 m²”, aponta Renata.
IMÓVEIS USADOS
Vantagens:
- Preço: além de serem normalmente mais baratos, os imóveis usados ainda têm uma boa margem de negociação de preço. “No caso do imóvel usado, muitas vezes, o proprietário precisa vendê-lo para pagar uma dívida, porque quer mudar de cidade ou pensa em investir em outro imóvel ou negócio”, diz Renata.
- Tamanho: a desvantagem do imóvel novo aparece aqui como uma vantagem do imóvel usado. Plantas e ambientes espaçosos são mais comuns em imóveis antigos.
Desvantagens:
- Condições do imóvel: quanto mais antigo o imóvel, maior a necessidade (e os gastos) de manutenção. Por isso, fique atento à conservação do imóvel usado: verifique parte elétrica e hidráulica, portas e objetos de madeira, pintura, infiltrações, rachaduras, manchas escuras nas paredes, limpeza etc., tanto do imóvel em si, quanto do condomínio, em caso de apartamento. Se houver problemas, faça as contas de quanto custariam os consertos necessários e analise se vale a pena.
- Reforma: imóvel antigo é mais espaçoso, mas a planta, normalmente, é mal aproveitada para os padrões atuais. Verifique se o imóvel vai precisar de reforma para ficar do jeito que você deseja e inclua esse orçamento nas suas contas.
- Documentação e financiamento: em imóveis usados, a documentação pode ser um problema. Se ela não estiver em ordem, pode prejudicar o financiamento, por isso a consultora recomenda atenção na hora de financiar um imóvel usado: “É bem mais trabalhoso e requer cuidados redobrados”, garante. Para não cometer falhas e evitar dores de cabeça, Renata sugere que os compradores fiquem atentos aos seguintes documentos: Certidão de Ônus Reais do Imóvel, fornecido pelo Cartório de Registro de Imóveis e considerado um dos documentos mais importantes, pois informa se existe alguma restrição em relação à venda do imóvel, como pendência judicial, hipoteca, penhor, entre outros; Certidão Negativa de Tributos Municipais, Estaduais e Federais; Certidão Negativa de Débitos Condominiais; Certidão de Interdições e Tutelas; cópia da escritura e do registro do imóvel; Certidão de Propriedade; Certidões Pessoais do Vendedor; comprovante de pagamento das contas de luz, água e esgoto (e demais taxas, quando existentes) dos últimos meses; e documentação completa do proprietário do imóvel, válido para as pessoas físicas e jurídicas.
Localização, valorização e contrato
Em qualquer caso, independente de o imóvel ser novo ou usado, um dos fatores primordiais que deve ser levado em consideração é a localização. “O local onde o imóvel está instalado é de fundamental importância e é o fator crucial que determinará sua valorização”, diz Renata.
O contrato de compra e venda também é outro item que precisa de muita atenção. Antes de finalizar a compra, examine o documento, a fim de garantir o entendimento de todas as cláusulas. Em caso de dúvidas, solicite o trabalho de um advogado especializado, que o certificará de que todas as normas combinadas estão descritas no contrato.
“Fechado o negócio, exija uma via do contrato original, solicitando o registro do compromisso de compra e venda ou da escritura definitiva, se o pagamento foi concluído”, finaliza Renata.
Fonte: Imovelweb
